2108580116070958 TRANSTORNOS | Psicóloga e Hipnóloga- Rio de Janeiro - Tratamento e Terapia

Parto sempre do princípio de que possuímos uma sabedoria interna. Em cada amigo de jornada que me procura, parto deste princípio, que existe uma fonte inesgotável de energia pura e transformadora dentro de cada um de nós. E o local onde iremos acessar estesconteúdos mais profundos está no inconsciente. É essa sabedoria interna que existe em mim e em você que estão as respostas para todas as nossas dúvidas. Nosso inconsciente é o reservatório dos nossos traumas e tesouros. E qual é o meu papel? Ser uma guia, uma facilitadora do seu contato com a sua sabedoria interna para a compreensão dos seus problemas até o dia em que você poderá ser seu(a) próprio (a) terapeuta.

Somos uma “equipe”. A partir do que você me trouxer, você me passa suas impressões, sentimentos, pensamentos, e eu lhe devolvo o que compreendi, provavelmente sem suas defesas antiquadas que, justamente por proteção, não lhe permitiram perceber algumas coisas. Estas defesas já foram úteis em algum momento de sua existência, mas hoje não se encaixam mais tão bem na sua vida. Vamos avaliar, juntos, a forma como você pensa e o que acontece em sua vida.

Assim, o primeiro passo, que é identificar as questões que você deseja quem sejam trabalhadas; geralmente, eu vou lhe fazer perguntas, ajudando você a refletir, depois, vamos buscar um diagnóstico, respeitadas todas as suas particularidades e ainda assim vendo você como único, e, logo depois, utilizarei de métodos e formas de intervenção mais apropriadas para atingirmos o objetivo desejado. Além do verbal tradicional, como eu vou fazer isso? Através do conhecimento técnico-profissional das abordagens psicológicas e, muitas vezes, utilizando o recurso da hipnose e criando um contexto, onde, a partir de uma questão trazida à sessão espontaneamente por você e considerada relevante, será contada a história dela e como você quer que esta se desenrole; vamos entrar em suas emoções emergentes, no aqui-agora, e eu estarei observando suas reações verbais e não-verbais.

Após o trabalho de identificação, escoamento e compreensão de seus pensamentos, comportamentos e emoções, será possível realizar uma atualização mental, comportamental e emocional, o que significa novas escolhas e maneiras de encarar e lidar com a vida de forma mais satisfatória, retomando a fluidez da vida e a capacidade de tomar novas e suas próprias decisões como personagem principal de sua história.

Eu sempre lhe perguntarei ao final das sessões: “Como você percebe isto? Como é isso tudo para você? Faz sentido pra você?” “Tem alguma coisa que você queira perguntar?”.

Por vezes, irei lhe sugerir uma tarefa para trazer na próxima sessão, geralmente uma reflexão, uma pergunta ou um exercício para que você realize em casa. Não é obrigatório fazer, mas fazendo-o, principalmente por escrito, facilita no registro das questões, além de poupar tempo e otimizar a terapia, ensinando-lhe a praticar a terapia consigo mesmo.

Tenho como princípio a confiança no potencial interno do cliente. Se por algum motivo o cliente se perdeu no caminho que almejava trilhar, nós, facilitadores do seu encontro com sua sabedoria interna, a partir do que nos é trazido pelo cliente, devolvemos a informação de forma mais nítida. Assim, os processos facilitadores (abordagens e técnicas) mantém seu papel como pano de fundo, pois, neste trabalho, o processo é sempre realizado a partir de sua adequação ao conteúdo emergente do cliente e não tentando encaixar o cliente em uma abordagem psicológica; as abordagens são preciosas e cada uma delas tem algo valioso a contribuir e são utilizadas no momento adequado ao indivíduo.

O modo como nós interpretamos o que nos acontece é fator decisivo para nossos sentimentos de felicidade ou infelicidade. E tudo o que damos “foco” ganha força. E quando sua mente muda, a realidade muda.

 
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ANOREXIA

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O que é a Anorexia?

A Anorexia, também conhecida como Anorexia Nervosa, caracteriza-se por uma procura incansável pela magreza, levando o paciente a uma severa e auto-induzida perda de peso, utilizando recursos extremos como longos períodos de jejum, exercícios físicos excessivos, vômitos induzidos, uso de laxantes, diuréticos ou moderadores de apetite, todos no intuito de forçar uma perda de peso cada vez maior. Há gradativa distorção de imagem corporal e os ciclos menstruais ficam interrompidos por no mínimo três meses. A pessoa que está atravessando um quadro de anorexia tem apetite normal, alterado mediante a ingestão de algumas substancias e como conseqüências psicológicas da sua aversão à comida, pode passar a perder o prazer em se alimentar. Pode ou não estar relacionada a episódios de bulimia. Imprescindível alertar que a Anorexia Nervosa é um transtorno grave, e o risco de óbito está em torno de 5 a 15%.

Quando surge esse transtorno?

A Anorexia surge com mais frequência na adolescência e no adulto jovem, sendo que ocorrências na infância, embora mais difíceis, podem levar a distúrbios de crescimento. O quadro mais sério pode acarretar morte por inanição e graves perdas nutricionais, bem como tratamento através de sondas. Uma das imagens que ficaram mais marcadas na mente das pessoas muitas modelos e manequins apresentando um corpo disforme e quase nenhum índice de gordura corporal, numa visão aterradora a todos. Estas, ainda assim, percebem-se muito acima do peso, numa total distorção da realidade, mesmo já tendo um prejuízo físico e mental considerável. Há um caso na literatura, de um modelo masculino que sofreucom o distúrbio, o levando ao óbito, mas são raros. Em outras ocasiões, conseguem até compreender a gravidade de sua situação, mas dizem não conseguir revertê-lo. Além da psicoterapia ser altamente indicada, o ideal seria a interação com a família, podendo ser feita de forma individual, familiar ou em grupo. Também é aconselhada para evitar-se intervenções mais graves, como o uso de força ou atitudes à revelia do cliente. Em alguns casos, as pessoas com anorexia tentam ou cometem suicídio. Atualmente têm se falado a respeito de um transtorno que está ficando cada vez mais em moda, que é a anorexia alcoólica, onde em busca do peso ideal e da perda do apetite a pessoa passa a ingerir grandes quantidades de bebida alcoólica, prejudicando-se de forma ainda mais agressiva e piorando seu quadro pois, além de sofrer de anorexia, passa a ter grandes chances de desenvolver o alcoolismo.

Quais as causas da Anorexia?

Existem várias causas, mas a causa mais importante vem da falta total de autoestima da pessoa.

Quais os sintomas da Anorexia? Busca incansável pela magreza; longos períodos de jejum; exercícios físicos exagerados; visão completamente distorcida da imagem corporal; interrupção dos ciclos menstruais por, no mínimo, 3 meses; vômitos induzidos; uso de laxantes, diuréticos ou moderadores de apetites para forçar a perda de peso pode estar relacionada ou não a episódios de bulimia; a pessoa pode ingerir álcool em busca da perda de peso.
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DEPRESSÃO

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O que é Depressão?

A Depressão é considerada uma tristeza patológica, e essa tristeza patológica ocorre quando é muito severa e de longa duração, pois não está servindo para readaptar o indivíduo a eventos dolorosos como uma morte de um ser querido, uma ruptura amorosa, um acidente, ou às insatisfação de sua vida. Há uma clara dificuldade em aceitar os eventos passados e olhar para além deles. A Depressão é um sentimento de completa impotência e frustração diante da vida, onde parece que nada mais importa, pois, afinal, a vida perdeu seu significado. Há uma profunda insatisfação consigo mesmo, com o mundo e/ou com as demais pessoas. A pessoa deprimida não consegue ver graça em praticamente coisa alguma. O mundo é em preto em branco e seus desejos, seu ânimo e humor estão rebaixados. O indivíduo sente o tempo parado, arrastado, junto com sua vida. Muitas vezes a pessoanão demonstra tristeza nem chora, e o quadro mais evidente pode ser uma profunda e total falta de sentido para a sua existência.

Quais são as causas?

As causas são diversas e, como dito acima, as mais comuns, ocorrem após uma desilusão amorosa, um rompimento abrupto por morte, mudança de rotina por conta de um acidente ou doença, sentimento continuado de não possuir forças para lidar com as dificuldades da vida, arrependimento ou grande sentimento de culpa onde não se perdoa alguém ou a si mesmo por determinada situação que modificou sua existência, dentre outros semelhantes. Deve-se observar a influência de fator genético, ou seja, outras pessoas da família que tenham ou já tenham tido episódios depressivos. É importante considerar, também, que a depressão pode estar relacionada a doenças físicas, como o abuso de álcool ou drogas, como consequência de uma doença grave ou dores crônicas (e vice-versa), cefaléias, enxaquecas e dores musculares. Também podem estar associadas a outras patologias psicológicas como transtornos de ansiedade, transtorno de pânico, transtorno bipolar, dentre outras. A depressão costuma estar associada a sintomas de ansiedade em aproximadamente 60% dos casos, e ao fazer o diagnóstico é preciso diferenciá-la de outras patologias psiquiátricas como transtorno de pânico, fobias, transtorno obsessivo-compulsivo e esquizofrenia.

Quais os sintomas da Depressão?

De acordo com o DSM (Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais) da Associação americana de psiquiatria, um paciente com depressão maior precisa ter pelo menos cinco dos nove sintomas abaixo, durante pelo menos duas semanas, embora um dos dois primeiros deva ser notado:

1. Humor deprimido (desânimo, mau humor), a maior parte do dia, quase todos os dias

2. Prazer e interesses reduzidos em quase todas as atividades durante o dia

3. Considerável ganho ou perda de peso quando não estiver fazendo dieta e diminuição e/ou perda de apetite quase todos os dias

4. Insônia ou hipersonia (excesso de sono) quase todos os dias ou noites

5. Inquietação fora do normal ou diminuição na atividade física, quase que diariamente

6. Cansaço, fadiga e sensação de estar sem energia quase que diariamente

7. Sentimento de inutilidade, culpa e auto-desvalorização demasiados e quase diariamente

8. Capacidade reduzida para pensar, concentrar-se e para a tomada de decisões, quase que diariamente

9. Pensamentos constantes de morte, desejo de morrer e tentativas de suicídio

Além de outros sintomas possíveis: Dificuldades para levantar da cama ou acordar muito precoce; baixa da autoestima; pessimismo, negativismo e desesperança; desânimo, apatia, insegurança; inércia; tristeza, choro persistente; irritabilidade; visão pessimista do futuro; dores no corpo / dor crônica; sentimento de impotência; isolamento social, perda ou considerável diminuição da produtividade e grande ou total; desinteresse pelo lazer e pelos contatos sociais; forma distorcida de perceber a realidade: tudo é ruim, negativo, desnecessário;

Qual são os tratamentos para a Depressão?

Muitas vezes, a depressão pode passar despercebida, como uma simples tristeza passageira, mas ela se encontra, insidiosa, dentro da pessoa. Por isso é tão importante que a pessoa que se identifique com cinco destes sintomas principais por pelo menos duas semanas seguidas, consulte avaliação profissional para se tratar. É fundamental que pessoa que esteja deprimida saiba que a depressão é uma doença, e não um defeito em seu caráter, fraqueza, ou “falta de vergonha na cara”. É plenamente possível, desde que realizando todos os procedimentos solicitados pelo profissional, a recuperação eficaz. Há várias opções de tratamentos e seu objetivos são eliminar completamente os sintomas depressivos (farmacologicamente e com hipnose) e em conjunto, ajudando-o a perceber que ele não “é” a depressão nem “é” depressivo, ele “está” passando por um processo de depressão. Ele é, na verdade, muito diferente e além de sua doença. No início do tratamento, as chances do problema oscilar e voltar são grandes, mas com o tratamento correto e na duração sugerida pelo profissional há uma grande chance de melhora. Por isso, nunca interrompa o tratamento, que varia de acordo com cada pessoa. Em meu trabalho, a psicoterapia e a hipnose minimizam e eliminam os sintomas, ajudando o indivíduo a compreender as causas de sua depressão, pois trabalham a compreensão do indivíduo em seu âmago, dando outros sentidos em sua vida, até então preto e branca e à princípio destituída de significado, dando possibilidade de criação de novas cores a partir de uma reconstrução interior.
 
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DISTÚRBIOS ALIMENTARES (em geral)

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O que são transtornos alimentares? Os Transtornos Alimentares estão relacionados a todos os distúrbios em que tenham como causa a escolha voluntária do indivíduo por uma alimentação inadequada; a pessoa declina de comer (anorexia) ou come exagerada e compulsivamente (bulimia, compulsões alimentares). Pode ocasionar desde o emagrecimento doentio e, por consequência, a um quadro de desnutrição fatal (caquexia), como ao ganho desmedido e descontrolado de peso e a outros problemas físicos e mentais decorrentes da má alimentação. O problema surge com mais frequência na adolescência e no início da fase adulta, sendo que ocorrências na infância, embora mais difíceis, podem levar a distúrbios de crescimento. O quadro mais sério pode acarretar morte por inanição e graves perdas nutricionais, bem como tratamento através de sondas. Ocorre na maior parte das vezes em mulheres. Segundo estatísticas, os transtornos alimentares ocorrem predominantemente em pessoas do sexo feminino, nos índices de 95%, haja vista as questões culturais envolvendo dietas e manutenção do peso ideal e da ditadura da magreza ser muito mais exigida em nossa cultura às mulheres, onde a saúde a qualquer custo cria, em oposição, a perda dela e seu desequilíbrio; estima-se que entre 0,5 e 4% delas possam desenvolver Anorexia Nervosa, 1 a 4,2% Bulimia nervosa e 2,5% o distúrbio do Comer Compulsivo. No entanto, homens também pode ter os problemas citados, bem como obesidade e obesidade mórbida (estes dois últimos serão detalhados em artigo posterior).Tanto na anorexia quanto na bulimia há uma preocupação exagerada com o corpo, de forma que este fato passa a fazer parte de seu dia integralmente. Mesmo em casos menos severos, a preocupação com dietas, plásticas, uso de remédios, laxantes, exercícios físicos e os mais diversos expedientes para perda de peso consomem a maior parte do dia destas pessoas, que são altamente influenciadas pelos ditames culturais da moda e do emagrecimento.

Quais são as causas dos transtornos alimentares?

As explicações mais usuais das causas, além das sociais, giram em torno da relação do indivíduo com o próprio corpo e com a família, bem como a busca frenética por uma corpo “padrão e perfeito”. Embora muitas vezes tais questões culturais possam estar relacionadas, costumam ser maior aderidas em mulheres muito fragilizadas em sua autoestima, altamente influenciáveis e com problemas delicados acerca de sua auto-imagem e personalidade. Outras causas relatam a alimentação e os cuidados na infância e adolescência, indicando uma intrínseca relação indivíduo e cuidados (ou falta de cuidados) familiares, onde a recusa poderia ser uma forma de rebeldia ou atenção. O fato é que os transtornos alimentares são um dos transtornos que mais evidenciam a interrelação biopsicossocial nos distúrbios. Sendo assim, é necessário e mais producente um trabalho transdisciplinar, que possa dar atenção a todas as áreas da vida do indivíduo, bem como livre trânsito de ideias entre um conhecimento e outro. Portanto, as causas são complexas e requerem atenção para que sejam compreendidas.

Fatores de risco:

Culto excessivo ao corpo; Maus hábitos alimentares; Distorção da imagem corporal; Autoestima baixa; Sentimento de culpa; Questões hormonais; Distúrbios emocionais. Tudo isso está ligado às seguintes condições: saúde psicológica, sociocultural, biológica e genética. Então busque um psicólogo

Os tipos e sintomas de distúrbios alimentares são:

Anorexia Nervosa; Bulimia Nervosa; Transtorno de Compulsão Alimentar; Hipergafia; Ortorexa; Síndrome de Pica; Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP); Vigorexia.

Os sintomas encontrados na Anorexia Nervosa, são:
Busca incansável pela magreza; longos períodos de jejum; exercícios físicos exagerados; visão completamente distorcida da imagem corporal; interrupção dos ciclos menstruais por, no mínimo, 3 meses; vômitos induzidos; uso de laxantes, diuréticos ou moderadores de apetites para forçar a perda de peso. Pode estar relacionada ou não a episódios de bulimia. A pessoa também pode ingerir álcool em busca da perda de peso.

Já no Transtorno Bulímico, há um descontrole alimentar tanto para a alimentação exagerada quanto para a eliminação do que foi ingerido. Assim como na anorexia, após a diminuição da compulsão, há o sentimento de culpa pela quantidade de comida ingerida e o desejo desesperado pela perda de peso.

Seus sintomas, são: Pensamento e desejo insaciáveis por comida; descontrole sobre a comida, ingerindo uma grande quantidade, principalmente doces; pode estar relacionado a episódios de anorexia; sente-se desprezível tanto pelo descontrole de comer quanto pelo processo de eliminar a comida; come às escondidas; provável problema de hemorróidas, constipação; (em virtude do uso excessivo de laxantes); perda do esmalte dos dentes e ferimentos nos dedos e garganta (por causa do ácido estomacal, que é consequência da indução constante ao vômito) Alteração do equilíbrio sanguíneo e coração; comer Compulsivo; alguns pesquisadores utilizam outra nomenclatura para os bulímicos que não desejam engordar, mas que comem desenfreadamente e não utilizam formas extremadas para emagrecer. A este também é dado o nome de Binge. Neste casos, o indivíduo, de fato, pode engordar acentuadamente, a partir de uma alimentação descontrolada e precária em seguida, e vice-versa. Os Transtornos Alimentares geralmente estão relacionados a outros distúrbios (comorbidade) com a Depressão e a distúrbios da ansiedade e também estar associado a outros fatores de comorbidade como compras compulsivas, o roer unhas, o Transtorno Compulsivo Obsessivo, dentre outros.

Quais são os tratamentos para transtornos alimentares ?
Dentro do ponto de vista psicológico, o indivíduo acima do peso, mesmo diante do óbvio prazer em alimentar-se compulsivamente, tem no alimento uma forma de descarga de sua angústia e ansiedade, tentando, mesmo de forma não consciente, preencher com isso seus vazios emocionais. Não obstante aos diversos tratamentos de emagrecimento, realizados de forma equilibrada e junto a profissionais competentes, o fracasso é muito grande. Afinal, diferentemente das drogas, o alimento não é passível de ser abandonado, criando um misto de prazer e sofrimento para os que dele exageram. Além disso, enquanto há uma força psicológica e cultural empurrando o indivíduo ao emagrecimento de forma intempestiva, as indústrias alimentícias utilizam uma propaganda maciça e imperiosa para a alimentação rápida (fast food) e desenfreada, bem ao estilo de vida pró-ativo que esconde a ansiedade e a competição covardes no mundo, deixando a derrota apenas com os seus consumidores. Há a tentativa verdadeira de muitos no emagrecimento de forma saudável, mas apenas tal vontade não soluciona a questão. É preciso averiguar todos os pormenores deste transtorno tão instigante e sabotador que é o distúrbio alimentar. Nunca é demais ressaltar que é necessária uma mudança para hábitos saudáveis como não fumar, evitar quando possível e aprender a lidar com os estresses da rotina, adotando uma forma de pensar igualmente saudável, alimentando-se bem e equilibradamente e realizar atividade físicas regulares. Após uma cuidadosa anamnese, serão adotadas práticas de reequilíbrio alimentar a partir de técnicas Cognitivo-Comportamentais, bem como a utilização da hipnose para emagrecimento e principalmente, sua manutenção, a partir de uma mudança na autoimagem e fortalecimento da autoestima.
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