Ansiedade, como Controlar?

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Ansiedade, como Controlar?

ANSIEDADE, COMO CONTROLAR?

O que te causa ansiedade? A perspectiva de perder dinheiro, o ser amado, a saúde, de seus planos não darem certo?

Todos nós sentimos ansiedade em algum grau e em algum momento de nossas vidas. A ansiedade por vezes nos faz partirmos para ações concretas, não sendo necessariamente algo negativo. O bebê, por exemplo, anseia pelo seio da mãe quando ele não vem. O grande e maior problema é quando a ansiedade nos impede de realizar nossas tarefas. O que, inversamente, nos remete ao estado letárgico do qual ele deveria ser o oposto.

“Oh, dia, ó céus, ó vida infeliz!” O ansioso costuma pensar e se comportar como o personagem da Hiena Hardy que dizia que tudo dava errado. O ansioso imagina e sofre pelo o que ainda não aconteceu e não sabe se irá acontecer, antecipando os fatos de forma negativa. Além disso, costuma lembrar e dar uma importância exagerada ao passado, não perceber o presente e temer o futuro. A ansiedade é uma pressa para que as coisas se resolvam logo. Parece que, no mundo, não há nada mais importante do que resolver aquela questão, e todo o resto chega até a perder seu sentido em um momento agudo de ansiedade.

O que é a Ansiedade?

Da perspectiva física, a ansiedade é um estado de excitação do Sistema Nervoso Centra. Uma aceleração do pensamento, que nos provoca sudorese, “suor frio”, taquicardia, tremores, dor de cabeça, retesamento dos músculos e incontinência urinária e intestinal. Já os sintomas psicológicos incluem agitação mental, dificuldades de concentração, irritabilidade, só para citar os principais.

Embora não precisemos literalmente “enfrentar um leão por dia” no nosso “mundo civilizado” nos deparamos tanto com a violência que ameaça nossa integridade física quanto com a que atinge nossa mente e emoções, convivendo com uma espécie de terror psicológico. E nos perguntamos: que caminho seguir? Devo ir para a esquerda ou para a direita? Que decisão tomar? O que pensarão de mim? Será que tomarei a decisão certa? Será que vai dar certo? Mas, e agora?

E assim vamos vivendo. Ficamos, muitas vezes, sobre os revezes de uma gangorra que oscila dentro de nós. Por vezes conseguimos nos reequilibrar; em outro momento, é ela quem nos controla. E como tudo o que ocorre em excesso, a ansiedade pode se transformar em um problema crônico e mais grave.

Há muitos estudos que atestam que a ansiedade é grande responsável também por doenças físicas, tais como: soríase, pressão alta, problemas cardíacos, diabetes nervosa e até mesmo câncer. O estresse, por exemplo, é uma espécie de ansiedade crônica e é um problema sério de saúde pública.

Ela nunca vem sozinha

A ansiedade costuma vir, em seu pacote, com o medo da perda, e pode ser considerada como irmã da angústia e do medo. Diante do que não se altera, ficamos mais ansiosos, o que por sua vez faz com que esta aumente de intensidade num ciclo vicioso. Por vezes, o indivíduo desloca sua ansiedade em um ato ou objeto, e quando este não se encontra disponível, dá-se a chamada abstinência. Gerando transtornos psíquicos e emocionais como:

O Transtorno de Ansiedade Generalizada, TOC, o Transtorno Bipolar, o Pânico, as Fobias, os Transtornos Alimentares, dentre muitos outros.

E como lidar com isso?

É claro que tudo que envolve sofrimento psíquico não possui uma cura mágica. O ser é o maior responsável, mas também o maior vitorioso deste processo de busca que se prontifica a fazer de si mesmo. Os esforços são como sementes: têm um tempo para germinar. Sempre que há uma escolha, poderá haver ansiedade. Então, que tal aceitarmos que ela exista, mas permitirmos a fluidez da vida, nossas escolhas, certas ou erradas, mas tentativas, e permitamos igualmente as escolhas dos outros?

Podemos aprender a lidar/combater a ansiedade tirando proveito dela a partir dos sintomas que ela nos apresenta. É o momento de olharmos para nós mesmos e vermos o que nosso corpo está nos dizendo. Caso esteja se sentindo ansioso, simplesmente pare e observe sua respiração. Muitas vezes, a melhor ação a ser realizada é observar, e isso pode ser feito em casa, no trabalho, no chuveiro, sempre que você se permitir perceber a si mesmo.

Mais importante que ter ou não ter incidentes na vida (do qual todos estamos sujeitos) é aprender a como lidar com eles. Qual a graça em assistir um filme em que já sabemos o final? E o que garante que todo final milimetricamente planejado seja melhor que a corrente da vida? Colocar-nos abertos diante das circunstâncias é uma das maiores provas de escolha na brilhante existência que há em cada um de nós.

 

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